
O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) prestou homenagem, nesta quarta-feira (17), ao conselheiro substituto Carlos Maurício, que encerra sua trajetória na instituição após 35 anos de atuação.
Durante a sessão especial, conselheiros e conselheiros substitutos destacaram sua contribuição para o fortalecimento do controle externo em Pernambuco, no Brasil e no exterior.
O presidente Carlos Neves ressaltou a trajetória profissional e acadêmica do homenageado, destacando sua atuação em diferentes áreas da instituição. “Carlos Maurício é, foi e continuará sendo importante para o Tribunal de Contas de Pernambuco”, afirmou.
Ao se referir ao homenageado, o conselheiro Valdecir Pascoal destacou suas qualidades pessoais e profissionais. “Um estudioso, determinado, empreendedor e otimista. Uma pessoa gentil e sempre com o sorriso no rosto, de trajetória bonita e digna”, disse.
Os conselheiros Marcos Loreto, Dirceu Rodolfo, Ranilson Ramos e Eduardo Porto também se juntaram às homenagens, ressaltando a importância de Carlos Maurício para o desenvolvimento e a projeção do controle externo.
“Um grande designer do sistema tribunal de contas, que traz o respeito do mundo para o TCE-PE”, afirmou Dirceu Rodolfo.
Os conselheiros substitutos Marcos Flávio e Adriano Cisneiros destacaram sua capacidade de liderança, a disposição para o diálogo e convivência respeitosa com colegas e servidores.
“Seu nome é sempre lembrado como uma referência no controle externo e continuará contribuindo com o Tribunal”, afirmou o auditor-geral, Carlos Pimentel, conselheiro substituto.
Emocionado, Carlos Maurício agradeceu as homenagens e falou da importância de poder contar sempre com o apoio da família, dos colegas e dos servidores ao longo de sua trajetória na instituição.
“Muito obrigado a cada um por me permitirem viver 35 anos nesta Casa de muita intensidade e aprendizado, e poder chegar hoje, olhar para cada um e ver que somos os mesmos e mantemos a mesma amizade”, concluiu.
TRAJETÓRIA - Carlos Maurício ingressou no TCE-PE em 1991 como auditor das contas públicas e, em 1997, passou a ocupar o cargo de conselheiro substituto. Entre 2005 e 2008, durante licença do Tribunal, atuou em Moçambique como especialista em capacitação institucional no Programa de Planificação e Finanças Descentralizadas, iniciativa financiada pelo Banco Mundial. Posteriormente, passou a integrar a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), onde desenvolveu programas de fortalecimento de instituições de controle em diversos países africanos.
Gerência de Jornalismo (GEJO), 18/6/2026

